Projeto de subestação aérea e abrigada
Na ordem certa, para a aprovação andar sem idas e voltas:
- Viabilidade técnica com a distribuidora
- Dados de curto-circuito no ponto de conexão
- Estudo de proteção e seletividade
- Projeto executivo e aprovação

Subestação aérea e abrigada, proteção e seletividade, zero grid, BESS e proteção de usinas solares. Para integradores, instaladores, empresas e indústrias que precisam conectar sem retrabalho.
Na ordem certa, para a aprovação andar sem idas e voltas:
Estudo de proteção e seletividade, coordenograma no formato exigido pela distribuidora e parametrização do relé, prontos para a vistoria.
Para a usina conectar e continuar ligada:
Dimensionamento do transformador e cálculo do limite de potência da usina frente ao trafo, considerando o fator de potência.
Projeto de injeção zero com medição por TC e TP na baixa ou na média tensão, conforme a exigência da distribuidora.
Projeto e conexão do sistema de baterias: dimensionamento, proteção e documentação para a distribuidora.
Dimensionamento do poste com esforço combinado (condutores, transformador e equipamentos), para não reprovar na vistoria.
Acompanhamento do processo com a distribuidora, das exigências técnicas e das respostas aos pareceres até a energização.
Quem projeta conhece a rotina de construção e operação de subestações e linhas, e sabe o que a distribuidora vai conferir. Por isso o projeto já nasce no formato que ela aprova.
Conte o que você precisa. A ESCO Engenharia analisa e retorna com o escopo, o prazo e o orçamento. Orçamento sob consulta.
Primeiro a viabilidade técnica com a distribuidora. Com ela vêm os dados de curto-circuito do ponto de conexão, que alimentam o estudo de proteção e seletividade. Só então se fecha o projeto executivo, que segue para aprovação. Pular etapa costuma gerar retrabalho.
Depende da regra da distribuidora e da configuração da instalação. Em alguns casos a medição com TC na baixa tensão é aceita; em outros, a distribuidora exige TC e TP na média tensão. Conferimos a norma da sua distribuidora antes de projetar.
A potência da usina fica limitada pela capacidade do transformador e pelo fator de potência de operação. Calculamos o limite e indicamos o caminho: ajustar a usina, trocar o trafo ou controlar a injeção.
É o gráfico que mostra as curvas de atuação das proteções (relé, fusíveis, disjuntores) e prova que elas atuam na sequência certa, sem desligar mais do que o necessário. A distribuidora pede o coordenograma para aprovar a proteção.
Na minigeração, em geral sim. A distribuidora pede o estudo de proteção e coordenação, o coordenograma e os ajustes do relé da usina, e muitas vezes a adequação do padrão de entrada. Sem isso, a ligação atrasa ou a usina desarma sem motivo.
O projeto em si leva algumas semanas. O prazo total depende da distribuidora: análise da viabilidade, aprovação e vistoria seguem os prazos dela. No orçamento informamos o cronograma esperado para o seu caso.
Atendemos as principais distribuidoras; consulte a sua.